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Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet

Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet
Foto: Lula Marques; Fábio Rodrigues Pozzebom; Valter Campanato; Rosinei Coutinho

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades como o de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e o de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”. O documento pede indiciamento apenas dessas quatro autoridades.

Essas infrações, previstas na Lei 1.079 de 1950, são passíveis de julgamento pelo próprio Senado. O relatório de 221 páginas, apresentado nesta terça-feira (14), pede indiciamento apenas dessas quatro autoridades e ainda precisa ser aprovado pela comissão. Um pedido de vista pode adiar a votação do texto.

“É razoável que a decisão sobre indiciamentos se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”, destacou o relator da CPI, ao considerar a limitação de recursos da comissão.

O senador sergipano alega que o Brasil já testemunhou investigações, julgamentos e condenações de figuras do Executivo e Legislativo, “mas jamais de integrantes das altas cortes da Justiça”.

A assessoria do procurador-geral Paulo Gonet informou que ele não comentaria o assunto. A assessoria do STF não respondeu o contato até a publicação desta reportagem.

Dias Toffoli

No caso do ministro Dias Toffoli, Vieira cita indícios de crimes de responsabilidade previstos no Art. 39, de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.

O relator da CPI lembra que o ministro tinha “relação financeira” com os investigados por meio da empresa Maridt, controlada pelos irmãos de Toffoli e que tem o ministro como sócio.

Essa empresa vendeu a participação em um resort de luxo ao Fundo Arleen, que teria recebido recursos do Fundo Leal, controlado pelo cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, apontado como um dos operadores do esquema ilegal do Master.

“A hipótese normativa não exige dolo específico, nem a demonstração de que o julgamento foi proferido em favor do beneficiário da relação que gera a suspeição. O tipo consuma-se com o mero ato de julgar encontrando-se em estado de suspeição objetivamente configurado”, escreveu o relator.

O senador Alessandro Vieira cita ainda que o ministro Toffoli assumiu o caso das fraudes do Banco Master após acolher reclamação apresentada pela defesa de Daniel Vorcaro, levando para a Corte investigação que tramitava na 10ª Vara Federal de Brasília.

Além disso, o senador cita decisões “atípicas” de Toffoli durante o período em que conduziu o processo, como “a determinação de lacração e acautelamento no STF dos celulares apreendidos de Vorcaro e de Nelson Tanure, retirando-os do controle pericial da Polícia Federal”.

Sobre o crime de proceder de modo incompatível com suas funções, o relator cita, entre outros fatos, viagens de Toffoli em aeronaves privadas de pessoas próximas a Vorcaro, incluindo uma viagem ao Peru ao lado do advogado de Luiz Antonio Bull, diretor de compliance do Banco Master e também investigado.

“O magistrado que, no mesmo dia de sorteio para relator de caso de grande repercussão, mantém relação pessoal de lazer com patrono de investigado do mesmo processo, age de modo que compromete, de forma irreparável, a aparência de imparcialidade que a função exige.”

Diante dessas revelações pela imprensa, Dias Toffoli abandonou a relatoria do Caso Master no dia 12 de fevereiro de 2026, e negou qualquer relação com o banqueiro Vorcaro. Quem assumiu o caso no STF foi o ministro André Mendonça.

Alexandre de Moraes

Em relação ao ministro Alexandre de Moraes, o relator Alessandro Vieira cita as mesmas infrações cometidas por Toffoli, de “proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa”; e o de proceder de modo incompatível com suas funções.

O senador argumenta que o ministro Moraes teria que se julgar suspeito no Caso Master uma vez que o escritório de advocacia da esposa dele, Viviane Barci de Moraes, manteve contrato com o Banco Master entre fevereiro de 2024 a novembro de 2025, o que comprometeria a imparcialidade do magistrado.

“Recebendo remuneração global de R$ 129 milhões, dos quais R$ 80 milhões foram efetivamente desembolsados [pelo Master], conforme farta documentação financeira e fiscal examinada e consolidada por esta Comissão”, ressaltou Vieira.

Em nota, o escritório de Viviane Barci de Moraes detalhou os serviços prestados ao Banco Master, destacando que nunca conduziu nenhuma causa no Supremo Tribunal Federal (STF). O escritório não confirma os valores do contrato.

Vieira cita ainda a mensagem que Vorcaro supostamente teria enviado à Moraes no dia da prisão, apesar de o ministro negar que teve conversas com o banqueiro investigado.

“Essa conduta, se confirmada pelo conjunto probatório que a comissão reuniu, é das mais graves e incompatíveis com a função de magistrado.”

Outra conduta criticada pelo relator foi o das conversas de Moraes com o Banco Central, que o ministro do Supremo sustenta que foram limitadas ao caso da sanção do governo de Donald Trump contra ele, por ter julgado a tentativa de golpe de Estado no Brasil.

O senador sergipano argumenta que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em depoimento à Comissão, “não afirmou que não tratou do Banco Master” com Moraes, “mas sim que alegou limitações em falar devido ao sigilo bancário”.

No dia 27 de dezembro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar o pedido para investigar Alexandre de Moraes e sua esposa no caso do Banco Master por “absoluta ausência de lastro probatório mínimo que sustente a acusação formulada”.

Vazamentos de dados de ministros

O relator da CPI Alessandro Vieira ainda cita a apuração determinada pelo ministro Moraes do vazamento de informações da Receita Federal sobre dados fiscais e bancários de ministros da Corte.

“Em vez de declarar suspeição e afastar-se dos feitos — configura uso abusivo do cargo para fins de autopreservação institucional, incompatível com a honra e a dignidade exigidas de Ministro do STF”, escreveu o relator.

O ministro Moraes abriu inquérito, por ofício e sem provocação do PGR, para investigar o vazamento de dados na Receita. Vazar dados fiscais e bancários é crime. A apuração surgiu após a imprensa revelar ligações entre familiares de ministros do Supremo e o Banco Master.

Apesar de criticada pelo Ministério Público e por juristas e especialistas, a abertura de inquéritos de ofício por um ministro do Supremo está prevista no Regimento Interno, que em seu Artigo 43.

O relator da CPI ainda cita supostas viagens de Moraes em jatos executivos “associados a empresas com participação de Daniel Vorcaro”. O ministro nega qualquer viagem em aviões ligados ao banqueiro investigado.

“As ilações da fantasiosa matéria são absolutamente falsas. O ministro Alexandre de Moraes jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”, declarou o gabinete do ministro.

Gilmar Mendes

Assim como fez com os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, o relator da CPI Alessandro Vieira aponta que há indícios de que ministro do STF Gilmar Mendes procedeu de forma incompatível com o cargo.

Vieira critica a decisão do ministro que suspendeu a quebra de sigilos da Maridt, empresa da família de Toffoli, durante a CPI do Crime Organizado.

“[Gilmar Mendes] determinou que órgãos como o Banco Central, a Receita Federal e o Coaf se abstivessem de encaminhar quaisquer dados, bem como ordenou a imediata inutilização ou destruição de informações já enviadas.”

Ao suspender a quebra de sigilo da Maridt, Mendes argumentou que o ato não poderia ter sido aprovado na CPI em bloco, nem de forma simbólica.

“Não se pode perder de perspectiva que a quebra de sigilo não constitui ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”, escreveu Mendes.

Para o relator, o ministro Gilmar Mendes operou uma “manobra processual” para suspender a quebra desses sigilos.

“A conduta que se esperaria de qualquer magistrado da Corte seria a de máxima cautela e distanciamento em relação a atos que pudessem ser interpretados como proteção corporativa”, justificou o relator.

Paulo Gonet

Em relação ao procurador-geral da República, o relator da CPI Alessandro Vieira disse que há indícios de que Paulo Gonet agiu com negligência “no cumprimento de suas atribuições”, conforme infração prevista no Art. 40 da Lei 1.079, que define os crimes de responsabilidade.

Para Vieira, o PGR foi omisso nos casos envolvendo Toffoli e Moraes com o Banco Master.

“Quando os indícios reunidos são robustos, públicos, documentados e convergentes ao ponto de tornar qualquer avaliação contrária manifestamente irrazoável, a omissão do PGR deixa de ser exercício legítimo de discricionariedade e passa a configurar a omissão típica do art. 40, 3, da Lei nº 1.079/1950.”


Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Lula Marques; Fábio Rodrigues Pozzebom; Valter Campanato; Rosinei Coutinho

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Postado em 14/04/2026 16h03

Blog da Sadi: Julgamento sobre prisão de pai de Vorcaro escancara tensão no STF

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A decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter a prisão de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, foi lida nos bastidores do Supremo como muito mais do que um julgamento sobre medidas cautelares.

Na avaliação de ministros e interlocutores da Corte ouvidos pelo blog, o resultado acabou expondo as posições de cada integrante da turma e revelou uma disputa silenciosa em torno das investigações do Caso Master. Leia mais
Postado em 17/06/2026 11h25

Eduardo Bolsonaro diz que julgamento do STF é ‘sem pé nem cabeça’ e visa tirá-lo das eleições

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (16/6) que o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) contra ele não respeitou o devido processo legal, era “sem pé nem cabeça” e visava impedir sua participação nas eleições deste ano.

Eduardo foi condenado de forma unânime pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo, sob acusação de ter articulado uma tentativa de intimidação dos Estados Unidos ao Judiciário brasileiro com o objetivo de impedir o julgamento da trama golpista — em que o pai dele, Jair Bolsonaro (PL), foi condenado. Leia mais
Postado em 17/06/2026 11h21

Lula e Trump tiveram conversa de 1 a 2 minutos e não citaram tarifas; veja como foi o encontro

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interagiram em dois momentos nesta terça-feira (16) durante compromissos da cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França.

Durante um evento social oferecido pelo anfitrião, o presidente francês Emmanuel Macron, Lula e Trump se cumprimentaram e conversaram rapidamente.

Segundo auxiliares de Lula, os dois não falaram sobre as últimas ofensivas dos EUA contra o Brasil e a conversa durou de um a dois minutos. Leia mais
Postado em 17/06/2026 11h15

Apreensão de arma pode fazer Bolsonaro voltar para a Papudinha; entenda

Apreensão de arma pode fazer Bolsonaro voltar para a Papudinha; entenda

A apreensão de uma arma registrada no nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma blitz em Brasília, na noite dessa segunda-feira (15/6), reduz as chances de que sua prisão domiciliar possa ser prorrogada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro pode, inclusive, voltar para a Papudinha.

O prazo da domiciliar temporária vence no próximo dia 25. O magistrado vinha cogitando a hipótese de renová-la por mais 90 dias, por considerar que a custódia estava sendo cumprida sem intercorrências ou indícios de descumprimento, mesmo em meio ao avanço das articulações para a campanha eleitoral. Leia mais
Postado em 17/06/2026 11h08

Vorcaro pagou diárias em hotel de luxo de Lisboa para Hugo Motta, aponta PF

Vorcaro pagou diárias em hotel de luxo de Lisboa para Hugo Motta, aponta PF

O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, pagou diárias de um hotel de luxo em Lisboa para o presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), em 2024.

A conclusão é da Polícia Federal (PF) e consta de documentos enviados pelos investigadores ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O relatório é parte do material produzido na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis fraudes realizadas pelo Banco Master. A PF analisou evidências da proximidade entre Vorcaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), a quem o banqueiro daria – nas palavras dos investigadores – “tratamento privilegiado”, incluindo o pagamento de viagens internacionais, hospedagem e refeição em hotéis de luxo para o parlamentar. Leia mais
Postado em 16/06/2026 18h17

Por unanimidade, STF condena Eduardo Bolsonaro no caso do tarifaço

Por unanimidade, STF condena Eduardo Bolsonaro no caso do tarifaço
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (16) condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo.

O placar unânime de 4 votos a 0 foi obtido no julgamento da ação penal na qual Eduardo é réu pela acusação de articular o tarifaço contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação ex-presidente Jair Bolsonaro no processo da trama golpista.

A condenação também envolve os atos para estimular o governo do presidente Donald Trump a revogar os vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky.

Os votos foram proferidos pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.


A sessão do colegiado prossegue para a definição das penas de Eduardo, a chamada dosimetria da pena.

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.


Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Postado em 16/06/2026 18h14

Não é função de deputado fazer ‘lobby’ no exterior contra o Brasil, diz Moraes

Não é função de deputado fazer ‘lobby’ no exterior contra o Brasil, diz Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (16), durante o julgamento de uma ação penal contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que não é função de um parlamentar fazer “lobby” no exterior contra o Brasil.

Ao analisar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Eduardo por coação no curso do processo, Moraes destacou que a atuação de um congressista deve se restringir às suas funções constitucionais.

“Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Mesmo que estivesse no exercício do mandato, e não licenciado, não estaria acobertado pela imunidade parlamentar”, declarou o ministro durante a sessão. Leia mais
Postado em 16/06/2026 16h53

Relatório da PF cita custeio de viagens de Ciro Nogueira e mostra fotos com Vorcaro

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A Polícia Federal enviou uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que afirma que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, dava um “tratamento privilegiado” e “diferenciado” ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), inclusive com o custeio de viagens internacionais de luxo.

O documento traz imagens do parlamentar e do banqueiro em viagens e em situações de proximidade. Leia mais
Postado em 16/06/2026 16h13

Relatório da PF cita custeio de viagens de Ciro Nogueira e mostra fotos com Vorcaro

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A Polícia Federal enviou uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que afirma que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, dava um “tratamento privilegiado” e “diferenciado” ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), inclusive com o custeio de viagens internacionais de luxo.

O documento traz imagens do parlamentar e do banqueiro em viagens e em situações de proximidade. Leia mais
Postado em 16/06/2026 16h11

Blog da Sadi: Irmã de Sicário ameaçou expor arquivos capazes de ‘acabar com a família’ de Vorcaro, aponta PF

Blog da Sadi: Irmã de Sicário ameaçou expor arquivos capazes de ‘acabar com a família’ de Vorcaro, aponta PF

Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, ameaçou revelar arquivos capazes de “acabar com a família” do ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro, segundo documentos da Polícia Federal (PF) obtidos pelo blog. De acordo com a investigação, integrantes da organização criminosa chefiada por Vorcaro atuaram para tentar comprar o silêncio dela.

O documento foi produzido pelos investigadores e enviado ao ministro relator do Caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Nesta terça-feira (16), o ministro retirou o sigilo do documento. Leia mais
Postado em 16/06/2026 15h47

“Vagou JF” tem vaga para Promotor e outras oportunidades de emprego


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“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Atendente de Pet Shop e outras oportunidades de emprego


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“Vagou JF” tem vaga para Motorista de Caminhão Pesado e outras oportunidades de emprego


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“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Professor de Natação e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 82 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Serviços Gerais e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 238 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Assistente de Produção e outras oportunidades de emprego


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“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Operador de Telemarketing e outras oportunidades de emprego


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“Vagou JF” tem vaga para Cozinheiro(a) e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 150 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

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Ao todo, são mais de 209 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

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Ao todo, são mais de 135 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.
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