O manobrista que fazia a manutenção da piscina da academia em que uma mulher morreu após uma aula de natação, na Zona Leste de São Paulo, recebia orientações por meio de aplicativo de mensagem sobre como limpar a água do local.
“Nossa, eu olhei pela câmera e ela tá horrível. Eu tô achando que tá sem cloro. Mede ela a hora em que você for lá que, se bobear, a gente joga até um pouco mais. Eu deixei cinco medidas, mas vamos medir pra ver”, disse o empresário, identificado como Celso Bertolo, em um dos áudios aos quais a reportagem do Fantástico teve acesso.
Leia Mais