A investigação que levou à prisão de um piloto de avião no Aeroporto de Congonhas revelou um elemento central e chocante do caso: a própria avó de duas adolescentes teria facilitado — e até negociado — encontros entre o suspeito e as netas, segundo a polícia.
A mulher, de 53 anos, que trabalhava como inspetora em uma escola de São Paulo, foi presa e é apontada pela delegada responsável como peça fundamental no esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes que teria funcionado por pelo menos cinco anos.
“Ela acabou vendendo as netas para que ele pudesse abusar sexualmente delas e produzir o material de pornografia infantojuvenil que queria”, afirmou a delegada Luciana Peixoto, da Delegacia de Repressão à Pedofilia.
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