Quem viveu o carnaval de Juiz de Fora nas últimas décadas vai se lembrar dos esforços de Zé Kodak para sair com a Banda Daki. Ou então dos desfiles com o Rei Momo Júlio Guedes, entre 1993 e 2004, e a emoção de ver a primeira porta-bandeira da cidade, Nancy de Carvalho. E mesmo quem não viveu essa época já deve ter escutado ecoando pelos cantos da cidade a letra “a juventude tem um tarol que anuncia a morte do Rei Sol”, samba-enredo do compositor Flavinho da Juventude. Esses baluartes do carnaval da cidade não estão mais presentes para comemorar as festas na rua, mas foram escolhidos para nomear os circuitos da cidade. Essa homenagem busca unir memória, território e a festividade, que fazem parte da identidade cultural do brasileiro e que eles tanto defenderam em vida. Nesta matéria, a Tribuna conta um pouco da história de cada um.
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