Caso os Estados Unidos sejam bem sucedidos em exercer um controle maior sobre as reservas petrolíferas da Venezuela após o sequestro de Nicolás Maduro, empresas brasileiras como a Petrobras podem sofrer efeitos indiretos devido à queda do preço do petróleo.
“Se o mercado acreditar que realmente o Trump vai tomar conta da Venezuela e que as empresas americanas e outras privadas vão voltar a investir no país no curto prazo, a tendência é de queda no preço do barril”, afirma o economista Adriano Pires, diretor fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
Preços mais baixos significam maior pressão sobre o lucro das petroleiras, após um 2025 já marcado por uma forte desvalorização da commodity.
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