Decidiu-se esperar até que o presidente Lula despertasse, no sábado, dia 3, para dar a ele a notícia de que o continente sul-americano havia mudado drasticamente naquela madrugada. O encarregado do comunicado foi o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
Coube a ele dizer ao petista que o governo de Donald Trump havia bombardeado estados e portos da Venezuela e tirado à força, de um bunker em Caracas, o ditador venezuelano Nicolás Maduro.
A primeira reação de Lula, segundo aliados, foi de incredulidade. Depois, surpresa. Não há registro na história recente de ação semelhante. A partir daí, já se sabe o que houve: o petista fez duas reuniões de avaliação —a primeira para definir o tom da nota que divulgaria sobre o tema e a segunda para traçar cenários.
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