“Passar a mão”, “beijar à força”, “encoxar”, “masturbar-se em público” e “proferir cantadas invasivas” são alguns exemplos de importunação sexual. Mesmo com a lei 13.718, que tipificou essas ações em crime desde 2018, atos como esses continuam traumatizando pessoas, sobretudo mulheres e crianças. E o pior: muitas dessas violências acontecem no caminho para casa ou para o trabalho, dentro do transporte coletivo urbano.
De janeiro até outubro deste ano, foram registradas em Juiz de Fora 81 importunações sexuais, e seis delas aconteceram dentro de ônibus.
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