O início de um novo ano costuma ser marcado por planos, promessas e sonhos. Para a família de Larissa Moraes de Carvalho, jovem de 32 anos que vive em estado vegetativo, a chegada de 2026 representa esperança.
Com graves sequelas após uma cirurgia de correção da mandíbula e do maxilar, realizada em Juiz de Fora em 2023, a expectativa é de avanços no quadro clínico. Em março, ela tem uma consulta em São Paulo para avaliação médica do tratamento com células-tronco que iniciou há um ano.
Apesar de experimental, o método é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e o retorno à capital paulista, cerca de seis meses depois do início do primeiro procedimento, vem com a expectativa de uma resposta positiva.
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