Uma discussão familiar fez um jovem de Santa Catarina deixar a casa das mães adotivas e assinar um documento em que abria mão de seus direitos. Agora, ele tenta reverter a ação na Justiça apontando uma ilegalidade do processo de “desadoção”.
Flávio da Silva Maximiano Júnior passou a se chamar Flávio Luiz Moroso Terres após ter sido adotado na infância pela advogada Lilian Regina Terres Moroso e pela juíza Sonia Moroso Terres. Ele passou a adolescência com o irmão, que também foi adotado pelo casal.
Aos 18 anos, Flávio discutiu com as mães por causa da namorada. Ele disse que decidiu sair de casa após ter sido forçado a fazer uma escolha. “A Lilian falou: ou você escolhe a Ingrid ou a gente”, lembra.
Flávio afirmou que, por exigência de Lilian, assinou um documento em que perdia todos os direitos de filho, incluindo o sobrenome das mães. “Se eu só posso sair da casa delas sem um nome, eu vou assinar esse documento”, relatou.
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