A ouvidoria popular Disk Racismo JF, recém-inaugurada em Juiz de Fora, oferece escuta qualificada, acolhimento e orientação a vítimas de discriminação. O serviço independente disponibiliza suporte especializado nas áreas de psicologia, advocacia e assistência social.
No município, cerca de 37 processos por crimes de racismo e injúria racial estão pendentes. Em Minas Gerais, o número de casos ultrapassa mil, conforme o Painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com a coordenadora do projeto, a advogada Carina Dantas, a iniciativa busca dar suporte humanizado às vítimas na região.
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