Cerca de uma dúzia de vezes por dia, a equipe médica da Parkside Pediatrics, em Spartanburg, no Estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, dirige-se ao estacionamento da clínica para verificar, dentro dos carros e minivans, crianças e seus pais em busca de febre, erupções cutâneas e outros sinais de sarampo.
O Dr. Justin Moll iniciou essa triagem ao ar livre em dezembro para lidar com o que rapidamente se tornou o maior surto de sarampo nos Estados Unidos em mais de três décadas, segundo dados federais de saúde. Ele quer manter o vírus altamente contagioso fora das salas de espera da clínica, já lotadas de bebês e outras crianças pequenas. Muitas delas não vacinadas contra o sarampo porque ainda são muito novas.
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