Apesar da articulação deflagrada para convencê-lo a se afastar da função, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem reiterado a aliados que não pretende se licenciar imediatamente do cargo, exceto se houver um pedido do presidente Lula (PT).
Mesmo que inclinados a favor do afastamento do amigo, aliados de Wagner têm sugerido um acordo pelo qual ele só entregue a liderança após uma visita de Lula à Bahia, programada para 2 de julho, e sob a justificativa de que o senador precisa se dedicar à campanha no estado.
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