Em fevereiro de 2024, a Tribuna noticiou que Juiz de Fora ocupava a terceira posição entre as cidades mineiras com maior número de áreas de risco geológico, segundo dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB). Em outro levantamento do órgão, o Morro do Cristo já aparecia, desde 2017, entre os pontos classificados como de risco, conforme mapeamento utilizado como referência pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). À época, os dados já indicavam um cenário preocupante, com áreas vulneráveis à ocorrência de deslizamentos e outros desastres associados a eventos climáticos intensos. O alerta, no entanto, se concretizou no dia 23 de fevereiro deste ano, quando chuvas intensas provocaram uma tragédia que deixou 66 mortos e milhares de desabrigados na cidade. Diante desse cenário, o jornal ouviu especialistas que apontam o que precisa ser feito para evitar novos episódios como esse.
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