Desde que a primeira chuva destruiu parte da cidade, entre a noite de segunda-feira (23) e a madrugada de terça (24), Juiz de Fora vive, além do luto, o espírito de solidariedade dos moradores. Centenas de pessoas dispostas a ajudar foram dar apoio em abrigos, acolheram amigos e familiares na própria casa e ainda permanecem até a manhã deste sábado (28) doando tempo e esforço.
No bairro Paineiras, uma ‘corrente de voluntários’ ajuda os bombeiros na retirada de rochas para encontrarem o último desaparecido no soterramento, o menino Pietro Cesar Teodoro Freitas, de 9 anos. Até a publicação desta reportagem, eram 64 mortos na tragédia causada pela chuva.
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