“Sempre tive uma vida muito ativa e fazendo bastante exercício, então, meu médico achou muito estranho eu ter câncer tão nova. Foi aí que ele pediu o exame genético e nós descobrimos a Síndrome de Li-Fraumeni”, conta Lívia Rodrigues, de 23 anos. A estudante do curso de Educação Física da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) foi diagnosticada há três meses como portadora da Síndrome de Li-Fraumeni – uma condição genética e hereditária que impede que o corpo identifique e combata células cancerígenas.
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