A cena que convenceu o chef de cozinha Paulo Marin, 50 anos, a tentar a tirzepatida — princípio ativo do Mounjaro — era familiar: uma amiga comentava no salão de beleza que “todo mundo estava emagrecendo horrores”. Em poucos dias, ele recebeu o contato de um suposto médico que aplicava a medicação em um consultório improvisado: uma maca, uma mesinha, duas cadeiras.
Nenhuma ampola era mostrada. Nenhum lote. Nenhuma receita.
“Ele aplicava a dose e pronto. Eu não via o frasco. Ele dizia que era endocrinologista, mas nunca vi CRM. Custava R$ 250 por semana.”
Leia Mais