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Alcolumbre trava tramitação da PEC do fim da 6x1 no Senado

Alcolumbre trava tramitação da PEC do fim da 6x1 no Senado
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), travou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 no Brasil ao manter o texto na Mesa Diretora da Casa, sem despachar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que não recebeu informação sobre a data de envio da PEC à Comissão. Uma reunião entre Otto e Alcolumbre, prevista para esta semana, foi desmarcada pelo presidente do Senado. Procurada, a assessoria de Alcolumbre não comentou o tema da reportagem.

O presidente do Senado também não marcou a reunião de líderes para discutir a pauta. O encontro costuma ocorrer semanalmente. Na semana passada, Alcolumbre afirmou, no plenário, que discutiria a tramitação da PEC do fim da 6x1 na reunião de líderes.


Além de instituir a obrigatoriedade de dois dias de descanso remunerado para os trabalhadores por semana, a PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais.

Estratégia de adiar

A cientista política e professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Luciana Santana avalia que o adiamento dessa definição reflete preocupações sobre os impactos econômicos e sobre a resistência, principalmente nos setores empresariais, em relação à redução da jornada de trabalho no Brasil.

“É o ano eleitoral. Sobre um tema com essa repercussão social, as lideranças preferem administrar esse tempo da discussão evitando assumir cursos políticos imediatos.”

Pesquisas sobre os impactos da PEC na economia têm divergido em relação às consequências para inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de emprego.

De acordo com especialista, a postergação da discussão da PEC sugere que Alcolumbre ainda não tomou decisão política sobre a tramitação, mas pondera que isso não significa rejeição definitiva ao mérito da proposta.

"A simples existência de apoio social não garante a tramitação. O presidente da Casa possui os instrumentos para poder definir a prioridade e o ritmo da agenda. Ele está mantendo esse tema sob o controle dele, como presidente do Senado, enquanto as negociações mais amplas continuam nos bastidores.”

PEC da oposição é despachada

Enquanto não despacha a PEC do fim da escala 6x1, Alcolumbre enviou à CCJ a PEC alternativa ao fim da 6x1, apresentada pela oposição, que mantém a atual escala de trabalho no Brasil e permite a contratação por hora trabalhada.

Lideranças governistas esperam votar a PEC do fim da 6x1 que veio da Câmara, sem alterações, ainda neste semestre, antes do recesso Legislativo, que começa no dia 18 de julho, intercalado com São João e Copa do Mundo.

Durante as sessões do plenário do Senado desta semana, senadores governistas cobraram a tramitação da PEC.

“É exigível que nós assim o façamos o mais breve possível, quiçá bem antes, até o final deste mês, das conclusões do nosso primeiro semestre, no dia 17 de julho”, destacou o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

A líder do PT no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), também pediu prioridade à PEC que institui a escala 5x2 no Brasil.

“O Senado precisa priorizar esse tema, que é, sim, uma prioridade do país, que se pretende grande, civilizado e desenvolvido, por trabalho digno e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras assalariados.”

Por outro lado, o senador da oposição Hermes Klann (PL-SC) criticou a PEC. “[A proposta] reduz a jornada de trabalho sem apresentar solução para compensar os custos dessa mudança. A conta não desaparece, alguém vai pagar. E, como sempre, quem paga é a própria população.”

O senador Romário (PL-RJ), mesmo da oposição, defendeu a medida. “Serei sempre favorável a qualquer medida que vise a garantir mais direitos aos nossos trabalhadores”, discursou na tribuna.

Piso salarial dos garis

Apesar de não comentar o tema nesta semana, Alcolumbre reagiu quando cobrado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) para incluir na pauta o projeto que estabelece piso salarial de R$ 3 mil para garis.

“Tenho 31 projetos que tratam de jornada de trabalho, que tratam de piso de remuneração de muitas categorias. Não posso ser seletivo”, respondeu o presidente do Senado, ao alegar que, se pautasse o projeto do piso dos garis, teria que pautar de outras categorias profissionais.

Segundo Alcolumbre, seria complexo votar projetos que aumentem gastos em ano de eleição.

“O que eu botar para votar, todo mundo vai votar ‘sim’ por conta da eleição, e vai ter que arrumar dez brasis para pagar.”

Refil do agro

Por outro lado, Acolumbre pautou, e o Senado aprovou, nessa quarta-feira (10), o projeto de lei (PL) que prevê o uso do Fundo Social do Pré-sal para financiar dívidas do agronegócio que o governo calcula ter um custo fiscal de R$ 140 bilhões, em 10 anos.

O Ministério da Fazenda pedia mais tempo e alterações no PL 5.122/2023, sob a relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL), devido ao impacto sobre os cofres públicos.

Segundo Alcolumbre, a medida foi colocada em votação por causa de um acordo com os senadores. “Respeito integralmente a posição do governo, que têm apelado reiteradas vezes para que o Senado tenha cautela na deliberação das matérias relevantes e que podem impactar o orçamento do Brasil, mas eu fiz um acordo com os senadores e senadoras, com os deputados em várias ocasiões.”

O ministro da Fazenda Dario Durigan informou que o governo vai tentar alterar o texto do PL 5.122/2023 na Câmara e, caso não haja sucesso, poderia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Nosso objetivo é, sim, ajudar aqueles agricultores que mais precisam, que comprovem as perdas, que tenham problemas com as dívidas. Não [queremos] fazer uma espécie de nova linha que atenda quem não precisa”, disse a jornalistas na saída do Ministério da Fazenda, após aprovação do PL no Senado.


Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Postado em 11/06/2026 16h23

Michelle diz que pedirá prorrogação de prisão domiciliar de Bolsonaro

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou que buscará a prorrogação da prisão domiciliar humanitária de seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela confirmou que, no momento oportuno, apoiará a campanha de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República. A declaração foi feita nesta segunda-feira, 8 de abril, durante um evento em Brasília, enquanto o prazo da prisão domiciliar, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, se encerra ao fim deste mês. Leia mais
Postado em 11/06/2026 15h54

Moraes autoriza visita de familiares de Bolsonaro antes de jogo do Brasil

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receba a visita da nora e das duas netas no próximo sábado, dia da estreia do Brasil na Copa do Mundo.

O que aconteceu

Moraes autorizou que a visitas ocorram das 11h às 13h, fora do horário do jogo do Brasil, às 19h. As visitas serão de Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e das duas filhas do casal. O senador, por ser parte da defesa, não precisa pedir autorização para visitar o pai. Leia mais
Postado em 11/06/2026 15h14

Blog da Sadi: PT pede que STF e PF apurem ‘caixa 2’ para campanha de Flávio com filme

Blog da Sadi: PT pede que STF e PF apurem ‘caixa 2’ para campanha de Flávio com filme

O PT entrou com pedido tanto no Supremo Tribunal Federal (STF) quanto na Polícia Federal (PF) para investigarem se houve a prática de “caixa 2” para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) na produção do filme Dark Horse.

No documento enviado à Corte e à corporação, o diretório nacional do partido alega que a produção apresenta uso de fundos no exterior com “operação financeira complexa” para sustentar o pedido de abertura de apurações.

A ação tem como base reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e pedidos para financiamento do filme. Leia mais
Postado em 11/06/2026 14h54

Diplomatas apostam em encontro de Lula com Trump no G7 para evitar novas tarifas dos EUA contra o Brasil

Diplomatas apostam em encontro de Lula com Trump no G7 para evitar novas tarifas dos EUA contra o Brasil

Diplomatas brasileiros apostam em um eventual novo encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o encontro do G7, na França, destravar negociações sobre ameaça de novas tarifas ao Brasil.

O governo brasileiro avalia que as recomendações de novas tarifas contra o Brasil têm caráter político e desconsideram os argumentos técnicos apresentados ao longo dos últimos meses.

Nas últimas semanas, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) recomendou, por exemplo, que o Brasil seja taxado por práticas econômicas desleais contra empresários americanos. Leia mais
Postado em 11/06/2026 12h50

Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos

Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 32/15) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil.

A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. O aval da comissão representa o primeiro passo da tramitação da proposta, que agora seguirá para análise de uma comissão especial antes de ser votada em dois turnos, no Plenário da Casa.

A aprovação do parecer favorável do relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), ocorreu após mais de duas horas de intenso debate. Para o relator, a medida é juridicamente viável, não viola as chamadas cláusulas pétreas da Constituição Federal, nem tratados internacionais.


A conclusão de Assis foi rebatida por deputados contrários à iniciativa, que argumentam que os direitos da infância e da juventude são cláusulas pétreas que não podem ser alteradas salvo com uma nova constituinte.

“Esta é uma cláusula pétrea da Constituição. Ou seja, só pode ser modificada com uma nova Constituição. E não estamos aqui falando de uma nova Constituição, mas sim de alterar a atual, modificando uma cláusula que não pode ser alterada”, alegou o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), para quem a PEC, se aprovada no Congresso Nacional, será barrada no STF.

“Não podemos iludir a população de que isto vai prosperar. Não vai. Vai chegar no STF e vai parar. E teremos feito um grande debate apenas com cunho eleitoral”, acrescentou Veneri.

A deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) endossou a tese de que a redução da maioridade penal é uma resposta populista, eleitoreira e que não resolverá os graves problemas da segurança pública.

“O pressuposto é que, com a entrada destes jovens no sistema penitenciário, e não mais no sistema socioeducativo, teremos uma punição mais severa e à altura das infrações que eles cometeram. Isto é uma mentira. O índice de reentrada no sistema socioeducativo é de 23%. No sistema prisional é de 42%”, afirmou Sâmia.

A parlamentar argumentou que, segundo dados oficiais, apenas 0,5% das infrações cometidas por adolescentes são consideradas crimes gravíssimos.

“Estamos propondo alterar todo o tratamento dado aos adolescentes [em geral] por causa de 0,5% [...] quando este Congresso Nacional deveria estar se dedicando a identificar onde estamos falhando para que haja tantos jovens cometendo crimes em vez de estarem sentados nos bancos escolares”, ponderou Sâmia.

Defensor da proposta, o deputado Mendonça Filho argumentou que o correto seria submeter o tema a um referendo popular.

“Ninguém aguenta mais a violência no Brasil. Temos 44 mil homicídios por ano. Vivemos um padrão de guerra civil e fazemos de conta que esta realidade não existe”, comentou Filho, atribuindo a insegurança a “leis frouxas” e à “impunidade” que, segundo ele, facilita a ação do crime organizado.

Ele admitiu que a redução da maioridade penal para 16 anos não vai resolver o problema da violência. Mas defendeu que, em conjunto com outros mecanismos legais, vai contribuir para o combate ao crime organizado.

“Cerca de 25% da população brasileira vive hoje sob a influência direta de milícias e de organizações criminosas que, inclusive, aliciam menores de 18 anos para praticar crimes porque, para elas, o custo de fazer isto é barato”, disse.

O deputado Rodrigo de Castro (União-MG) também classificou a aprovação da PEC como um “claro sinal” contra a impunidade, mas lamentou que a discussão, que se arrasta há anos no Congresso Nacional, tenha se transformado em um debate sobre aspectos ideológicos que nada têm a ver com a segurança pública. “Me constrange ver este debate se tornar um debate de ideologias”.

Para Otoni de Paula (PSD-RJ), é um erro o Congresso Nacional discutir um projeto tão importante e polêmico como a redução da maioridade penal às vésperas de uma eleição.

“Por que não aprovamos a redução da maioridade penal durante os quatro anos do governo Bolsonaro já que tínhamos base para isso? Da mesma forma como não transformamos as facções criminosas em grupos terroristas. Tivemos quatro anos e não fizemos isto”, argumentou.

Ele afirmou que há risco de que, com a redução da maioridade penal, os criminosos passem a aliciar crianças e adolescentes ainda mais novos.

“Como ficarão os adolescentes de 15 anos e 11 meses que cometeram crimes hediondos? Amanhã, vamos debater a redução para 14 anos? Depois para 12? Porque este problema é estrutural. E a partir da redução da maioridade penal para 16 anos, o tráfico vai recrutar meninos abaixo de 16 anos”, concluiu de Paula.


Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Postado em 10/06/2026 15h49

Para 60%, Brasil deve tratar grupos criminosos como terroristas, aponta pesquisa Quaest

Para 60%, Brasil deve tratar grupos criminosos como terroristas, aponta pesquisa Quaest

Para 60% do eleitorado brasileiro, o país deveria classificar organizações criminosas como terroristas, ante 29% que afirmam ser contrários à medida. Os dados são da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10).

Já 11% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou como os brasileiros avaliam o caso da classificação partir do governo americano, como ocorreu no início de junho. Leia mais
Postado em 10/06/2026 12h30

Genial/Quaest: 12% dizem que relação com Vorcaro diminui vontade de votar em Flávio Bolsonaro para presidente

Genial/Quaest: 12% dizem que relação com Vorcaro diminui vontade de votar em Flávio Bolsonaro para presidente

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 12% dos brasileiros consideram que a relação com o banqueiro Daniel Vorcaro diminui a vontade de votar em Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Outros 6% afirmam que a relação aumenta a vontade de votar no senador para presidente. Para 76%, o elo entre Flávio e Vorcaro, não muda a decisão de voto, seja ela de votar no senador ou de não votar.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07661/2026. Leia mais
Postado em 10/06/2026 10h39

Genial/Quaest: Lula é desaprovado por 48%; 47% aprovam

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10/6) mostra que 48% dos entrevistados desaprovam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 47% aprovam.

Os entrevistados responderam à pergunta: “Você aprova ou desaprova o trabalho que o presidente Lula vem fazendo até aqui?”.

Na pesquisa anterior, feita em abril, o índice de desaprovação era de 49% contra 46% de aprovação. Leia mais
Postado em 10/06/2026 09h58

Genial/Quaest: Flávio perde três pontos e Lula lidera em eventual 2º turno

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra o presidente Lula (PT) 6 pontos percentuais à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa de eventual segundo turno nas eleições deste ano. No primeiro turno, a diferença entre os dois candidatos é de 10 pontos, também com vantagem para o petista.

A pesquisa Quaest, contratada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas pessoalmente, entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-07661/2026. Leia mais
Postado em 10/06/2026 09h49

“Vagou JF” tem vaga para Motorista de Caminhão Pesado e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 118 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Professor de Natação e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 82 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Serviços Gerais e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 238 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Assistente de Produção e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 225 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Operador de Telemarketing e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 163 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Auxiliar de cozinha e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 229 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Coordenador Pedagógico e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 193 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Cozinheiro(a) e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 150 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Auxiliar de Limpeza e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 224 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Auxiliar de Serviços Gerais e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 209 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” encerra a semana com vaga para Cozinheiro/saladeiro e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 200 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Atendente e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 172 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Atendente Comercial e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 135 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” inicia a semana com vaga para Atendente de Farmácia e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 232 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Comprador e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 210 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.

“Vagou JF” tem vaga para Fonoaudiólogo(a) e outras oportunidades de emprego


Ao todo, são mais de 193 oportunidades de emprego e estágio com processos seletivos abertos na cidade, mais cadastros reserva.
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