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Sem máscara, Bolsonaro promove aglomeração em cidade do interior de Goiás

Sem máscara, Bolsonaro promove aglomeração em cidade do interior de Goiás

O presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez, desrespeitou as recomendações feitas pelo próprio Ministério da Saúde e, sem usar máscara, promoveu uma aglomeração na cidade de Goianápolis, no interior de Goiás, neste sábado.

O presidente estava acompanhado de alguns auxiliares, incluindo o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O general deixou o cargo mas ainda não tem outro posto no governo. (Foto: Reprodução/Internet/iG) Leia mais
Postado em 17/04/2021 16h40

Bolsonaro: 'Vou tomar por último, tem muita gente apavorada aguardando a vacina'

Bolsonaro: 'Vou tomar por último, tem muita gente apavorada aguardando a vacina'

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira, 16, que pretende tomar a vacina da covid-19 'por último'. A declaração foi feita a apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada. Crítico da vacina - tendo declarado anteriormente que não pretendia receber o imunizante - o presidente justificou a decisão pelo fato de haver 'muita gente apavorada' esperando pela vacina. (Foto: AFP/EVARISTO SA/Estado de Minas) Leia mais
Postado em 17/04/2021 15h27

Bolsonaro diz que poderá passar neste ano pela quinta cirurgia em razão do atentado de 2018

Bolsonaro diz que poderá passar neste ano pela quinta cirurgia em razão do atentado de 2018

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que poderá passar neste ano pela quinta cirurgia motivada pelo atentado a faca que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018.

Questionado sobre a cirurgia por um apoiador na noite desta sexta-feira (16) na entrada do Palácio da Alvorada, Bolsonaro respondeu que vai operar uma hérnia. (Foto: Reprodução/G1) Leia mais
Postado em 17/04/2021 14h48

Coronavírus 'matou o mosquito da dengue', ironiza Bolsonaro

Coronavírus 'matou o mosquito da dengue', ironiza Bolsonaro

Ao colocar novamente em dúvida os números de óbitos causados pelo novo coronavírus no País, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 16, que o vírus 'matou o mosquito da dengue', sem apresentar provas. O chefe do Executivo afirmou que existem 'certas doenças que não morrem mais ninguém' (sic). Leia mais
Postado em 16/04/2021 17h25

Procedimentos para instalação da CPI da Pandemia serão divulgados na segunda

Procedimentos para instalação da CPI da Pandemia serão divulgados na segunda
Foto: Leonardo Sá/ Agência Senado

A presidência do Senado divulgará na próxima segunda-feira (19) o cronograma da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Esse cronograma vai trazer os procedimentos para instalação da CPI, ocasião em que os membros se reunirão para eleger formalmente o presidente e vice-presidente do colegiado. De acordo com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, essa primeira reunião da CPI poderá acontecer na próxima quinta-feira (22) ou na terça-feira seguinte.

“Estamos definindo os procedimentos para essa eleição. Na próxima semana teremos feriado na quarta-feira (21), então podemos eventualmente instalar na quinta-feira (22) ou na terça-feira (20) da semana que vem, são dois dias possíveis”, disse Pacheco em entrevista coletiva na residência oficial.
“Na segunda-feira devemos publicar esse cronograma, esse ato da Comissão Diretora do senado, definindo os procedimentos para instalação da CPI, para eleição do seu presidente e seu vice-presidente”, acrescentou.

A votação ocorrerá nos mesmos moldes da eleição para a presidência do Senado, ocorrida em fevereiro. Urnas serão espalhadas nos corredores da Casa, na sala da comissão e na Chapelaria - ponto de acesso para embarque e desembarque de parlamentares no Congresso.

Apesar das eleições serem secretas, os nomes já estão definidos. Por acordo entre os membros, ficou decidido que o presidente será Omar Aziz (PSD-AM) e o vice-presidente será Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento de instalação da CPI. O relator, de escolha do presidente do colegiado, também está definido: será Renan Calheiros (MDB-AL).

Sessões presenciais

De acordo com Pacheco, caberá ao colegiado decidir em quais momentos os membros deverão se reunir na sala da comissão e em quais poderão trabalhar de forma remota. Pacheco lembrou que existem procedimentos que exigem presença física, como no caso de inquirição de testemunhas.

“À inquirição de testemunhas, a incomunicabilidade de testemunhas, exames de provas e outras medidas da comissão parlamentar de inquérito que demandem serem presenciais, caberá à presidência do Senado, à Secretaria-Geral da Mesa e à Diretoria-Geral do Senado garantir toda a segurança sanitária para o funcionamento da comissão”.

A CPI foi criada com o intuito de investigar supostas omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19. Também será apurada a aplicação dos recursos da União repassados aos demais entes federados para as ações de prevenção e combate à pandemia.

Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Leonardo Sá/ Agência Senado

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Postado em 16/04/2021 15h41

CPI da Covid-19 pode ter sua primeira reunião na próxima semana

CPI da Covid-19 pode ter sua primeira reunião na próxima semana
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 pode ser instalada já na próxima semana. O último obstáculo, a leitura da lista dos membros do colegiado, pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, foi superado. Pacheco leu no início da sessão de hoje (15) a relação de indicados pelos partidos.

Agora, depende apenas do senador Otto Alencar (PSD-BA) marcar a data da reunião de instalação da comissão. De acordo com o regimento da Casa, cabe a Alencar presidir a primeira reunião por ser o membro mais idoso da comissão. “O senador Otto Alencar afirmou que está pronto. Temos um feriado no meio da semana que vem, acho razoável fazer na próxima quinta-feira a instalação da comissão”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em coletiva de imprensa na tarde de hoje.


Na próxima segunda-feira (19) e terça-feira (20) estão marcadas sessões do Congresso Nacional, e na quarta-feira (21), feriado, o Senado não terá atividades. Assim, resta a quinta-feira (22) para a reunião de instalação do colegiado.

Na primeira reunião serão escolhidos o presidente, vice-presidente e relator da CPI. Há uma tradição no Senado para que a presidência fique com o primeiro subscritor do requerimento de instalação da CPI, no caso, o senador Randolfe Rodrigues. Ele, no entanto, indicou que não forçará uma disputa pelo posto.

“Se o colegiado compreender que é de bom tom que a gente presida, não tem problema. Cumprirei a função. Estou disposto a qualquer serviço, como presidente, relator ou apenas como membro. Eu só acho que essa CPI é a mais importante do Congresso, porque nenhuma outra CPI foi responsável por apurar a perda de vidas humanas”, disse.

Randolfe disse que a CPI não pretende investigar o presidente da República. “Comissão parlamentar de inquérito não investiga pessoas, investiga fatos. Não segue rito do processo penal, não tem ampla defesa e contraditório. Tanto que ao final da comissão ninguém vai ser condenado. O presidente pode ficar tranquilo, não é uma CPI para tê-lo como alvo. O alvo é o fato”, disse o líder da oposição na Casa.

A CPI terá poderes de investigação equivalentes aos de autoridades judiciais. Primeiramente, o colegiado deverá aprovar um plano de trabalho, proposto pelo relator. Trata-se das ações da comissão para cumprir o seu objetivo. Entre elas, podem estar a requisição de informações oficiais, a solicitação de auditorias e perícias, a intimação e oitiva de testemunhas, a convocação de ministros de Estado e a realização de diligências variadas.

A tendência, de acordo com o senador, é que a comissão comece ouvindo especialistas, infectologistas. “Vamos procurar os melhores epidemiologistas do país. Eles é que têm que dar as primeiras respostas, sobre por que chegamos até aqui, se nós poderíamos ter evitado tudo isso. Temos que buscar a fonte da ciência. Estamos nesse atoleiro sanitário porque não foi ouvida a ciência”, disse Randolfe. No entanto, ele acredita que após essa etapa seja “inevitável” ouvir os três últimos ex-ministros da Saúde: Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello.

Fonte: Agência Brasil
 
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

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Postado em 15/04/2021 17h20

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Postado em 15/04/2021 15h56

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Postado em 15/04/2021 13h51

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Postado em 15/04/2021 12h32

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Postado em 15/04/2021 10h18
Saúde
Ciência