F11 Política

Política

Em pronunciamento, Bolsonaro defende uso da cloroquina contra covid-19

Em pronunciamento, Bolsonaro defende uso da cloroquina contra covid-19

Em pronunciamento transmitido em cadeia nacional na noite desta quarta-feira (08/04), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.

Esse foi o quinto pronunciamento de Bolsonaro em meio à pandemia do coronavírus e, assim como nos anteriores, foi acompanhado de panelaços em grandes cidades brasileiras.

Pela primeira vez, o presidente também usou um pronunciamento na TV para se solidarizar com as famílias brasileiras que perderam membros na pandemia. Essa manifestação ocorre quase um mês e meio depois do registro da primeira morte por coronavírus no Brasil. Até o momento, 800 pessoas morreram de covid-19 no país.

"Após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial", disse Bolsonaro.

Em seguida, ele citou o caso do cardiologista Roberto Kalil, do Hospital Sírio-Libânes, que tomou cloroquina após ser diagnosticado com covid-19. O médico contou que tratou dezenas de pacientes com o remédio. "Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns ao Dr. Kalil", disse Bolsonaro no pronunciamento.

Mais cedo, em entrevista ao programa "Brasil Urgente", da TV Bandeirantes, Bolsonaro também defendeu que a hidroxicloroquina seja usada em pacientes com a covid-19 ainda em fase inicial, antes mesmo que a doença seja oficialmente diagnosticada, já que o teste pode demorar alguns dias.

Tanto no pronunciamento quanto na entrevista, o presidente contrariou o Ministério da Saúde, que na terça-feira recomendou, com ressalvas, que o remédio seja usado apenas em casos graves, e desde que o médico que receitá-lo se responsabilize.

Em outros momentos do pronunciamento, Bolsonaro voltou a criticar governadores que impuseram medidas amplas para forçar o isolamento social com o objetivo de conter a pandemia. No entanto, desta vez ele evitou o mesmo tom agressivo de pronunciamentos anteriores.

"Vivemos um momento ímpar em nossa história. Ser presidente é olhar o todo e não apenas as partes. Nosso objetivo principal sempre foi salvar vidas", disse.

Bolsonaro também afirmou que sua equipe de ministros deve estar alinhada com ele.

"Tenho a responsabilidade de decidir sobre as questões do país de forma ampla, usando a equipe de ministros que escolhi para conduzir os destinos da nação. Todos devem estar sintonizados comigo", disse o presidente.

Essa fala ocorre após dias de tensão entre Bolsonaro e o titular da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que chegou a ser alvo de um processo de fritura promovido pelo presidente, irritado com o protagonismo do ministro em meio à pandemia. No último domingo, Bolsonaro chegou a afirmar que alguns membros do seu governo estavam "se achando" e se comportando como "estrelas", num claro recado a Mandetta.

Uma pesquisa Datafolha divulgada na semana passada apontou que 76% dos brasileiros aprovam o trabalho de Mandetta na condução da crise do novo coronavírus. Já a avaliação de Bolsonaro foi significativamente mais baixa: 33%.

Ainda no pronunciamento, Bolsonaro voltou a distorcer uma fala do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para criticar medidas dos governadores.

Bolsonaro disse que os mais pobres não podem deixar de se locomover para "buscar o seu pão de cada dia".

Mas, assim como já havia ocorrido no final de março, Bolsonaro omitiu a sequência da fala de Ghebreyesus em que ele cobrava que os governos adotem medidas para garantir assistência econômica à população mais vulnerável durante a crise. Ao omitir a segunda parte novamente, Bolsonaro tentou sugerir que o diretor-geral da organização defendeu, como vem fazendo o presidente, um retorno da população ao trabalho.

Cloroquina

Nas últimas semanas, Bolsonaro vem promovendo constantemente o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a covid-19. São compostos usados no tratamento da malária e de algumas doenças reumáticas. O presidente chegou a se referir aos fármacos como a "cura" para o coronavírus.

No entanto, faltam estudos amplos que atestem sua eficácia. Os compostos também podem provocar efeitos colaterais, como danos renais e hepáticos. Médicos e o Ministério da Saúde vêm advertindo sobre o risco de automedicação e recomendam que os remédios só sejam usados sob supervisão médica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda cautela no uso do produto.

Mesmo com a ausência de estudos amplos sobre a eficácia dos compostos, Bolsonaro e seu círculo transformaram o tema em mais uma pauta de extrema direita da sua campanha de "guerra cultural" nas redes sociais.

Contas ligadas à família Bolsonaro vêm acusando as pessoas que pedem prudência na adoção generalizada dos remédios ou que levantam dúvidas sobre a eficácia de ser "a favor do vírus" ou de apresentar questionamentos apenas para sabotar o presidente.

Além de Bolsonaro, o presidente americano Donald Trump também vem demonstrando um entusiasmo similar em relação à cloroquina. Ambos os presidentes adotaram tal postura após terem inicialmente minimizado a pandemia.

O tema também gerou tensão entre Bolsonaro e seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro tem evitado demonstrar o mesmo entusiasmo de Bolsonaro com a cloroquina. Há duas semanas, Mandetta disse que o fármaco não é uma "panaceia" e advertiu contra a automedicação.

Em uma coletiva, ele criticou indiretamente Bolsonaro, ao afirmar que se "sairmos com a caixa na mão e falar 'pode tomar', nós podemos ter mais mortes por mau uso de medicamento do que pela própria virose". Antes dessa fala, Bolsonaro havia aparecido em público segurando caixinhas do remédio. O presidente também se incomodou com a demora do Ministério da Saúde em apresentar um protocolo claro para o uso da cloroquina em pacientes com covid-19.

Na segunda-feira, Mandetta disse ter sido pressionado por dois médicos para que o Ministério publique um protocolo para administração do remédio. O episódio ocorreu após reunião com Bolsonaro. Mandetta se recusou, argumentando que falta embasamento científico para tomar tal decisão.

Fonte: Deutsche Welle Brasil

Leia Mais

Postado em 09/04/2020 09h20

PF vai investigar vazamento de dados de Bolsonaro e outras autoridades

PF vai investigar vazamento de dados de Bolsonaro e outras autoridades

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, informou hoje (2) que a Polícia Federal vai investigar o vazamento de informações pessoais do presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e outras autoridades por um grupo de hackers. Uma das contas do Twitter que supostamente pertence ao grupo foi suspensa por causa da ação.

Em publicação no Twitter, o ministro Mendonça explicou que as investigações devem apurar crimes previstos no Código Penal, na Lei de Segurança Nacional e na Lei das Organizações Criminosas.


Fonte: Agência Brasil
Postado em 02/06/2020 13h23

Senado pode votar hoje o PL das Fake News

Senado pode votar hoje o PL das Fake News

Está na pauta da sessão remota do Senado desta terça-feira (2) o Projeto de Lei (PL) 2.630/2020, conhecido como PL das Fake News, que tem por objetivo combater notícias falsas. De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), o mesmo texto tramita na Câmara dos Deputados assinado pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

A proposta foi alvo de muitos ataques nas redes sociais nos últimos dias. O principal argumento de quem é contrário ao projeto é de que ele abre caminho para que as redes sociais virem plataformas de censura. “É um projeto de lei que enfrentou uma intensa campanha de desinformação. As pessoas postaram vídeos e mensagens enlouquecidas, alegando que o projeto promovia a censura e atendia a uma conspiração global comunista. Isso não é verdade”, defendeu o senador Alessandro Vieira.

Mudanças

Após pressão de ativistas de direitos digitais, das próprias plataformas e de parlamentaras que apoiam o governo do presidente Jair Bolsonaro, o texto original foi reformulado e o enfoque à desinformação, retirado. A nova versão apresentada ontem (1), ao relator na Casa, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que também conduz a CPMI das Fake News, se limita a trazer obrigações para os sites serem mais transparentes e darem ênfase às ferramentas usadas para espalhar notícias falsas. Coronel pode ou não acatar essas modificações.

Inicialmente, o projeto definia desinformação como “conteúdo, em parte ou no todo, inequivocamente falso ou enganoso, passível de verificação, colocado fora de contexto, manipulado ou forjado, com potencial de causar danos individuais ou coletivos, ressalvado o ânimo humorístico ou de paródia”. Além de excluir essa definição, o novo texto também deixou de fora qualquer menção ao combate à desinformação.

Outro trecho do texto original retirado foi o que previa a exclusão de posts que espalhem fake news. Com isso, o PL agora proíbe que redes sociais e aplicativos de mensagem abriguem contas inautênticas: perfis criados para se passar por terceiros. Para isso, o PL instiga que os sites requeiram documentos de identidade e a localização dos usuários. Contas criadas com tom humorístico ou satírico não serão afetados. Antes, o texto classificava como "contas inautênticas" aquelas também usadas para disseminar desinformação; contas automatizadas e redes de distribuição artificial, conhecidos como robôs, que substituem pessoas para distribuir conteúdo em aplicações conectadas.

Segundo o autor da proposta, para viabilizar a votação da matéria, foram excluídos os pontos que não alçaram consenso. Se aprovado, o PL também altera as leis de lavagem de dinheiro e a de organização criminosa. Aqueles que usarem contas inautênticas ou redes de robôs terão a pena aumentada caso sejam membros de alguma organização. A prática ainda será tipificada como ocultação de bens ou lavagem de dinheiro.

Obrigações

A proposta obriga os sites a informarem conteúdos patrocinados: quaisquer peças publicitárias intermediadas pelas próprias plataformas devem ser indicadas. Em relação à propaganda eleitoral irregular, as peças devem ser direcionadas para o Ministério Público Eleitoral tomar providências. De início, o projeto considerava como boas práticas o uso de verificadores de fatos, a rotulagem de conteúdo enganoso, a interrupção imediata de mecanismos de recomendação de conteúdo e o envio de informação verificada para todos os usuários atingidos por uma notícia falsa. Pela nova redação, o tema será tratado por um grupo de trabalho multissetorial, coordenado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br). O grupo teria um ano para apresentar uma proposta que defina o que é “conteúdo desinformativo” e como combatê-lo.

Conteúdo removido

A última versão do PL passou a incluir diretrizes sobre como as redes sociais devem proceder ao remover o conteúdo de algum usuário. A ideia é que elas avisem ao usuário assim que começarem a analisar alguma postagem dele. A notificação deve conter os motivos para a averiguação. As plataformas terão que disponibilizar, por três meses, ferramenta para os usuários contestarem a decisão em caso de sanção ou recorrerem caso não tenham a denúncia aceita. Elas também terão que mostrar o histórico de processos judiciais envolvendo cada conta.

Punições

Quando foi apresentado o PL tinha penas duras, previa até a proibição de atuação no Brasil como penalidade máxima. Agora, a sanção dependerá da gravidade do fato, se a atitude representa uma reincidência e da capacidade econômica do infrator. Os provedores que descumprirem o que prevê o projeto estarão sujeitos à advertência, multa e suspensão temporária das atividades.

Tramitação

O PL das Fake News modifica tanto Marco Civil, de 2014, quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor em agosto. Se aprovado no Senado hoje, o texto segue para a Câmara dos Deputados.


Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Postado em 02/06/2020 12h18

Bolsonaro, filhos dele e ministros têm supostos dados vazados por grupo hacker Anonymous

Bolsonaro, filhos dele e ministros têm supostos dados vazados por grupo hacker Anonymous

O grupo hacker Anonymous Brasil vazou, na noite dessa segunda-feira (1º), supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, dos filhos dele ( Flávio, Carlos e Eduardo) e dos ministros Abraham Weintraub e Damares Alves. A ação criminosa ocorreu no Twitter e também atingiu o empresário Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, e o deputado estadual em São Paulo Douglas Garcia (PSL), ambos citados no inquérito das fake news.

Uma das contas que vazou os dados foi suspensa minutos depois e o site onde estavam armazenadas as informações saiu do ar. A Anonymous atua em outros países e reapareceu domingo passado após o caso George Floyd, homem negro assassinado por um policial branco nos Estados Unidos. A organização ameaça, em vídeo, expor crimes cometidos pela polícia no mundo.


O perfil que vazou supostos dados de autoridades brasileiras estava inativo desde outubro de 2019 e anunciou a volta domingo (31). "Chamado #AnonymousBrazilNeedsHelp. Estamos preparando nosso barco! Logo teremos vazamentos de dados, estamos preparando. #Anonymous #AntiFascista #Antifa Ajude com RT", diz uma publicação. No Twitter, as hashtags (palavras-chaves) #Anomymous e #anonymousbrasil estavam entre as mais comentadas da madrugada.


Fonte: Portal Minas

Leia Mais

Postado em 02/06/2020 11h06

Grupo de hackers vaza em rede social supostos dados pessoais de Bolsonaro, filhos e apoiadores

Grupo de hackers vaza em rede social supostos dados pessoais de Bolsonaro, filhos e apoiadores

O grupo de hackers Anonymous Brasil vazou na noite desta segunda-feira (1º), criminosamente, no Twitter, supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, ministros, empresário e políticos bolsonaristas.

O grupo Anonymous é um coletivo de hackers que atacam sites. Podem invadir e divulgar criminosamente arquivos na internet. Leia mais
Postado em 02/06/2020 11h04

Bolsonaro pede que apoiadores não saiam às ruas no próximo domingo

Bolsonaro pede que apoiadores não saiam às ruas no próximo domingo

O presidente Jair Bolsonaro pediu hoje (1º) a seus apoiadores que não compareçam às ruas no próximo domingo (7), quando estão previstas manifestações contrárias ao governo. Ontem (31), houve tumulto na Avenida Paulista, em São Paulo, quando a polícia militar tentou dispersar atos contrários e favoráveis ao governo.

Nas últimas semanas, aos domingos, grupos que apoiam o presidente têm se manifestado pela continuidade das ações do Executivo e com críticas à atuação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Em Brasília, eles se reúnem na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes, onde o presidente também comparece para cumprimentá-los.

“Estão marcando domingo um movimento, né? Deixa sozinho domingo. Eu não coordeno nada, não sou dono de grupo, não participo de nada, eu só vou prestigiar vocês que estão me apoiando, fazem um movimento limpo, decente, pela democracia, pela lei e pela ordem.
Eu apenas compareço. Não conheço praticamente ninguém desses grupos. Eu acho que, já que marcaram para domingo, deixa eles domingo lá”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Na manhã desta segunda-feira, os seguranças da Presidência encaminharam os apoiadores para uma área interna do Alvorada, longe da imprensa, onde Bolsonaro parou para cumprimentá-los. Normalmente, eles ficam em um espaço reservado aos visitantes na área externa da residência oficial. A conversa foi transmitida ao vivo na página pessoal do presidente no Facebook.


Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Postado em 01/06/2020 16h16

'Graças a Deus ficamos livres dele', diz Bolsonaro sobre Moro

'Graças a Deus ficamos livres dele', diz Bolsonaro sobre Moro

O presidente Jair Bolsonaro criticou, na manhã desta segunda-feira (1º/6), o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sergio Moro. Falando sobre a questão armamentista, o chefe do Executivo federal disse que ele sempre esteve alinhado com a esquerda.

A fala foi feita após um apoiador agradecer ao presidente pela derrubada da Instrução Normativa (IN) 131. 'Para vocês entenderem quem estava do meu lado. Essa IN 131 é da Polícia Federal, mas por determinação do Moro. Ele, com instruções normativas, ignorou decretos meus, ignorou a lei para dificultar a posse de arma de fogo para as pessoas de bem', afirmou. Leia mais
Postado em 01/06/2020 12h06

Bolsonaro vai a manifestação de apoiadores em Brasília

Bolsonaro vai a manifestação de apoiadores em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro participou mais uma vez, neste domingo (31), de uma manifestação de apoiadores do seu governo no centro de Brasília. Os manifestantes se concentraram na área em frente ao Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo. Também houve uma carreata que percorreu a Esplanada dos Ministérios.

Antes de caminhar perto da multidão, o presidente sobrevoou, de helicóptero, a região da Esplanada e da Praça dos Três Poderes, de onde acenou para as pessoas. Um trecho desse momento foi transmitido ao vivo pela página de Facebook oficial de Bolsonaro.

Após o pouso da aeronave, o presidente caminhou pela via em frente ao Palácio do Planalto e cumprimentou os apoiadores. Em um determinado momento, Bolsonaro montou em um cavalo da Polícia Militar do Distrito Federal, acenando para os apoiadores.
Em seguida, retornou para o Palácio do Planalto, de onde embarcou novamente no helicóptero para retornar ao Palácio do Alvorada, residência oficial. O presidente e boa parte dos manifestantes não usavam máscara, obrigatória em locais públicos do DF. A multa pelo descumprimento da norma pode chegar a R$ 2 mil.

Vestindo roupas verdes e amarelas, parte dos manifestantes protestou contra o Supremo Tribunal Federal (STF), com faixas e cartazes contendo dizeres como "Abaixo a ditadura do STF" e pedidos de intervenção militar na Corte. Uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, cumpriu, na semana passada, mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por disseminação ilegal de notícias falsas. Em entrevista no dia seguinte ao da operação, o presidente Jair Bolsonaro disse que a ação foi uma forma de censurar as mídias sociais. []

Ontem (30), o presidente foi de helicóptero para a cidade de Abadiânia (GO), a cerca de 120 quilômetros de Brasília. Ele estava acompanhado do deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder do governo na Câmara, do ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e por um dos seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na cidade goiana, o presidente parou em uma lanchonete e cumprimentou populares.


Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Postado em 31/05/2020 16h09

Toffoli recebe alta, mas continua afastado das atividades

Toffoli recebe alta, mas continua afastado das atividades

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, recebeu alta hospitalar, em Brasília, na noite de sábado (30), após permanecer internado durante uma semana se recuperando de uma cirurgia para retirada de um abscesso. A informação foi dada pela sua assessoria. Toffoli ainda ficará de licença médica por mais uma semana, até o próximo domingo (7).

Apesar de a cirurgia, realizada no dia 23, ter transcorrido bem, o ministro apresentou sintomas da covid-19 e ficou internado para observação. Os exames realizados pelo ministro deram negativo para o novo coronavírus.

Na ausência de Toffoli, o Supremo é comandado pelo vice-presidente, o ministro Luiz Fux.


Fonte: Agência Brasil
Postado em 31/05/2020 15h34

Após cirurgia no abdômen, governador do DF tem alta hospitalar

Após cirurgia no abdômen, governador do DF tem alta hospitalar

O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, recebeu alta neste sábado (30), informou o hospital privado da capital onde ele estava internado desde segunda-feira (25), quando foi submetido a uma cirurgia de emergência na região abdominal.

“Após apresentar recuperação favorável e passar por ampla avaliação clínica, laboratorial e por exames de imagem, ele seguirá com acompanhamento médico domiciliar”, diz o boletim médico assinado pelo cirurgião Ronaldo Cuenca e outros dois médicos do Hospital DF Star.

Ibaneis foi internado na noite de segunda-feira (25) com dores no abdômen. Após exames, ele foi submetido a uma cirurgia de urgência por vídeo (laparoscopia). Durante a intervenção, foi identificada e corrigida uma perfuração, em um segmento intestinal, por um fragmento cartilaginoso.


A maior suspeita é que o intestino tenha sido perfurado por um pedaço de osso de galinha ou espinha de peixe, ingerido durante alguma refeição, disse a equipe médica responsável em entrevista coletiva após a operação. Segundo o cirurgião Ronaldo Cuenca, o problema não está relacionado diretamente à cirurgia bariátrica a que Ibaneis se submeteu em 2013.


Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Postado em 30/05/2020 15h25

Operação investiga Pezão e cumpre mandados no Rio

Operação investiga Pezão e cumpre mandados no Rio

A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre hoje (29) quatro mandados de prisão temporária e 26 de busca e apreensão contra suspeitos de integrarem um esquema de fraudes em licitações estaduais. Batizada de Operação Cerco, a ação é um desdobramento da Operação La Casa de Papel, que apura fraudes em pregões eletrônicos para a compra de resmas de papel em diversos órgãos estaduais no ano de 2018.

Um dos investigados na operação é o ex-governador Luiz Fernando Pezão. Procurada pela Agência Brasil, a defesa de Pezão disse que vai estudar o caso antes de se pronunciar.

Além das buscas e prisões, a Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justic?a do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de contas dos investigados e suas empresas, no valor de até R$ 241 milhões.


Ao menos duas pessoas já foram presas por policiais civis do Departamento Geral de Combate a? Corrupc?a?o, ao Crime Organizado e a? Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD). Documentos e celulares foram apreendidos para análise.

Segundo a Polícia Civil, consta na investigação que a Controladoria Geral do Estado identificou uma movimentação financeira suspeita de R$ 925 mil ligada às fraudes.

Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Postado em 29/05/2020 12h59
 

Sesi/Senai oferece cursos gratuitos online


Cursos dão direito a certificado, desde que o aluno atinja 70% de aproveitamento.

Prefeitura de Bias Fortes oferece concurso com 58 vagas


Cargos abrangem diversos níveis de escolaridade e remunerações chegam a R$ 5.252,63.

País tem ao menos 109 concursos com inscrições abertas para mais de 15,4 mil vagas


O Brasil tem pelo menos 109 concursos públicos com inscrições abertas nesta segunda-feira (25) que, juntos, oferecem mais de 15,4 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Só na Prefeitura de São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul, há oportunidade com remuneração que chega a R$ 18.536,94. Dentre os concursos federais em aberto, os destaques são para o dos Correios, com 4.462 vagas, e o do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), com 309 vagas. As inscrições vão até o dia 29 de maio para o dos Correios e até o dia 5 de junho para o do Depen.

País tem mais de 100 concursos públicos abertos para 15 mil vagas


Pelo menos 107 órgãos estão com inscrições abertas para vagas em concursos públicos. Ao todo, são mais de 15 mil oportunidades em disputa em todo o país. Há vagas para todos os níveis de escolaridade.

Departamento Penitenciário Nacional oferece concurso com 309 vagas


Remunerações ultrapassam R$ 6 mil. Cargos são para nível médio e superior de escolaridade.

Concurso EsPCEx 2020


São 440 vagas para ambos os sexos.

Me inscrevi para um concurso que foi suspenso. E agora?


Diante da pandemia do novo coronavírus, dezenas de concursos federais, estaduais e municipais estão sendo suspensos. No entanto, não se trata de cancelamento, que significa algo definitivo. A suspensão é uma pausa na seleção, com o adiamento das provas por prazo indeterminado. O G1 preparou um tira-dúvidas sobre o assunto para o candidato saber como proceder em caso de suspensão do seu concurso, com a participação de Antonio Batist, especialista em gestão pública e empresarial, e Fernando Bentes, professor de direito constitucional da UFRRJ. Veja abaixo:

Gol abre vagas para trabalhar sem sair de casa: home office


A empresa também procura profissionais para atuar em vários aeroportos do Brasil.

Professores - PJF divulga novas listas para contratação e provas práticas


A Prefeitura de Juiz de Fora deu sequência, nesta quarta-feira (15), às chamadas de professores dos processos seletivos simplificados visando à contratação temporária para atuação no ano letivo de 2020.

PJF divulga resultados de processos seletivos para professores e coordenadores pedagógicos


Foi divulgado pela Prefeitura de Juiz de Fora, nesta quinta-feira (2), os resultados dos processos seletivos simplificados para contratação pela rede municipal no ano letivo de 2020.

Polícia Militar de Minas Gerais publica edital de concurso


São 160 vagas com remuneração inicial de R$ 5.769,42.

18 concursos abrem inscrições para mais de 2,5 mil vagas amanhã (16/12)


Nesta segunda-feira (16), serão abertas as inscrições de 18 concursos públicos de diversos órgãos, que buscam candidatos para preencher mais de 2,5 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, para em 9 estados diferentes (Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

18 concursos abrem inscrições para mais de 2,5 mil vagas amanhã (16/12)


Nesta segunda-feira (16), serão abertas as inscrições de 18 concursos públicos de diversos órgãos, que buscam candidatos para preencher mais de 2,5 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, para em 9 estados diferentes (Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

País tem quase 17 mil vagas abertas em 150 concursos públicos


Pelo menos 150 órgãos estão com inscrições abertas em todo o país para preencher quase 17 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Nesta segunda-feira (25), 11 órgãos abriram inscrições. O maior concurso é o da prefeitura de Potim, em São Paulo. São oferecidas 127 vagas. Veja a lista completa de concursos

Secretário escolar – PJF divulga lista de convocados para contratação


A Prefeitura de Juiz de Fora divulgou, nesta quinta-feira (7), a primeira lista de convocação dos candidatos aprovados no processo seletivo para contratação de Secretário escolar, para atuar na rede municipal.

SDS, Senai e Senac promovem cursos gratuitos


A Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com o Senac e o Senai, está disponibilizando cursos gratuitos.