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Atriz Regina Duarte é convidada para assumir Secretaria da Cultura

Atriz Regina Duarte é convidada para assumir Secretaria da Cultura

A atriz Regina Duarte foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro a assumir a chefia da Secretaria Especial de Cultura, vaga que era ocupada até esta sexta-feira (17) por Roberto Alvim.

Ela vai decidir se assumirá o cargo até sábado (18). A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Conhecida por defender posições políticas de direita, Regina Duarte apoiou publicametne a candidatura de Bolsonaro em 2018. Nos últimos anos, ela se engajou em defesa de pautas conservadoras e entrou em discussões com artistas que defendem partidos de esquerda. Leia mais

Postado em 17/01/2020 20h07

Após reunião com Bolsonaro, Zema diz estudar protocolo para suspender isolamento

Após reunião com Bolsonaro, Zema diz estudar protocolo para suspender isolamento

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que o Estado deve apresentar na semana que vem um protocolo para liberação de medidas de isolamentos social adotadas durante a pandemia do novo coronavírus. O anúncio foi feito em entrevista no Palácio do Planalto, após o governador se reunir com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

'Estamos estudando um protocolo que deveremos estar divulgando na próxima semana para que toda a liberação seja feita com os devidos cuidados, com uso de máscaras, uso de vários equipamentos, limite de pessoas por metro quadrado', disse. Leia mais
Postado em 09/04/2020 15h51

Auxílio de R$ 2 bi para santas casas vai à sanção presidencial

Auxílio de R$ 2 bi para santas casas vai à sanção presidencial

Em mais uma sessão remota, a Câmara dos Deputados aprovou em regime de urgência, nesta quinta-feira (9), o projeto de lei 1006/20, que prevê a transferência de R$ 2 bilhões da União para santas casas e hospitais sem fins lucrativos (filantrópicos).

Os recursos serão destinados à ação coordenada com o Ministério da Saúde e gestores estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS) no combate à pandemia de covid-19. Na prática, os recursos devem ser utilizados para equipar UTIs que vão receber infectados pelo novo coronavírus.

Para dar celeridade à proposta, todas as emendas apresentadas foram rejeitadas, fazendo com que o texto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), também já aprovado pelos senadores, possa seguir direto à sanção do presidente Jair Bolsonaro.


Pela proposta, o critério de rateio do valor será definido pelo Ministério da Saúde, sendo obrigatória a divulgação, com ampla transparência, dos montantes transferidos a cada entidade de forma direta no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a crédito em conta bancária de cada uma delas, via Fundo Nacional de Saúde (FNS). O crédito em conta bancária deverá ocorrer em até 15 dias da data de publicação da lei, em razão do caráter emergencial da decretação de calamidade pública.

O texto estabelece ainda que o recebimento do auxílio financeiro independe da eventual existência de débitos ou da situação de adimplência das instituições filantrópicas e sem fins lucrativos em relação a tributos e contribuições na data do crédito pelo Fundo Nacional de Saúde.

Estados

Logo no início da sessão, em meio à falta de consenso entre deputados, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu adiar para a próxima segunda-feira (13) a votação do projeto de socorro aos estados durante a pandemia do novo coronavírus. A proposta pautada, sem sucesso, na sessão de ontem (8), estava na pauta de votação da Câmara hoje.

"Vamos tratar de projetos mais simples para que, com calma, a gente trate os projetos complexos", justificou Maia. Um dos pontos de maior divergência entre parlamentares e a equipe econômica, permite aos governadores tomar crédito novo no limite de até 8% de suas receitas. O texto também suspende o pagamento de parcelas de dívidas com a União e bancos.


Fonte: Agência Brasil

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Postado em 09/04/2020 14h50

Em pronunciamento, Bolsonaro defende uso da cloroquina contra covid-19

Em pronunciamento, Bolsonaro defende uso da cloroquina contra covid-19

Em pronunciamento transmitido em cadeia nacional na noite desta quarta-feira (08/04), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.

Esse foi o quinto pronunciamento de Bolsonaro em meio à pandemia do coronavírus e, assim como nos anteriores, foi acompanhado de panelaços em grandes cidades brasileiras.

Pela primeira vez, o presidente também usou um pronunciamento na TV para se solidarizar com as famílias brasileiras que perderam membros na pandemia. Essa manifestação ocorre quase um mês e meio depois do registro da primeira morte por coronavírus no Brasil. Até o momento, 800 pessoas morreram de covid-19 no país.

"Após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial", disse Bolsonaro.


Em seguida, ele citou o caso do cardiologista Roberto Kalil, do Hospital Sírio-Libânes, que tomou cloroquina após ser diagnosticado com covid-19. O médico contou que tratou dezenas de pacientes com o remédio. "Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns ao Dr. Kalil", disse Bolsonaro no pronunciamento.

Mais cedo, em entrevista ao programa "Brasil Urgente", da TV Bandeirantes, Bolsonaro também defendeu que a hidroxicloroquina seja usada em pacientes com a covid-19 ainda em fase inicial, antes mesmo que a doença seja oficialmente diagnosticada, já que o teste pode demorar alguns dias.

Tanto no pronunciamento quanto na entrevista, o presidente contrariou o Ministério da Saúde, que na terça-feira recomendou, com ressalvas, que o remédio seja usado apenas em casos graves, e desde que o médico que receitá-lo se responsabilize.

Em outros momentos do pronunciamento, Bolsonaro voltou a criticar governadores que impuseram medidas amplas para forçar o isolamento social com o objetivo de conter a pandemia. No entanto, desta vez ele evitou o mesmo tom agressivo de pronunciamentos anteriores.

"Vivemos um momento ímpar em nossa história. Ser presidente é olhar o todo e não apenas as partes. Nosso objetivo principal sempre foi salvar vidas", disse.

Bolsonaro também afirmou que sua equipe de ministros deve estar alinhada com ele.

"Tenho a responsabilidade de decidir sobre as questões do país de forma ampla, usando a equipe de ministros que escolhi para conduzir os destinos da nação. Todos devem estar sintonizados comigo", disse o presidente.

Essa fala ocorre após dias de tensão entre Bolsonaro e o titular da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que chegou a ser alvo de um processo de fritura promovido pelo presidente, irritado com o protagonismo do ministro em meio à pandemia. No último domingo, Bolsonaro chegou a afirmar que alguns membros do seu governo estavam "se achando" e se comportando como "estrelas", num claro recado a Mandetta.

Uma pesquisa Datafolha divulgada na semana passada apontou que 76% dos brasileiros aprovam o trabalho de Mandetta na condução da crise do novo coronavírus. Já a avaliação de Bolsonaro foi significativamente mais baixa: 33%.

Ainda no pronunciamento, Bolsonaro voltou a distorcer uma fala do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para criticar medidas dos governadores.

Bolsonaro disse que os mais pobres não podem deixar de se locomover para "buscar o seu pão de cada dia".

Mas, assim como já havia ocorrido no final de março, Bolsonaro omitiu a sequência da fala de Ghebreyesus em que ele cobrava que os governos adotem medidas para garantir assistência econômica à população mais vulnerável durante a crise. Ao omitir a segunda parte novamente, Bolsonaro tentou sugerir que o diretor-geral da organização defendeu, como vem fazendo o presidente, um retorno da população ao trabalho.

Cloroquina

Nas últimas semanas, Bolsonaro vem promovendo constantemente o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a covid-19. São compostos usados no tratamento da malária e de algumas doenças reumáticas. O presidente chegou a se referir aos fármacos como a "cura" para o coronavírus.

No entanto, faltam estudos amplos que atestem sua eficácia. Os compostos também podem provocar efeitos colaterais, como danos renais e hepáticos. Médicos e o Ministério da Saúde vêm advertindo sobre o risco de automedicação e recomendam que os remédios só sejam usados sob supervisão médica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda cautela no uso do produto.

Mesmo com a ausência de estudos amplos sobre a eficácia dos compostos, Bolsonaro e seu círculo transformaram o tema em mais uma pauta de extrema direita da sua campanha de "guerra cultural" nas redes sociais.

Contas ligadas à família Bolsonaro vêm acusando as pessoas que pedem prudência na adoção generalizada dos remédios ou que levantam dúvidas sobre a eficácia de ser "a favor do vírus" ou de apresentar questionamentos apenas para sabotar o presidente.

Além de Bolsonaro, o presidente americano Donald Trump também vem demonstrando um entusiasmo similar em relação à cloroquina. Ambos os presidentes adotaram tal postura após terem inicialmente minimizado a pandemia.

O tema também gerou tensão entre Bolsonaro e seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro tem evitado demonstrar o mesmo entusiasmo de Bolsonaro com a cloroquina. Há duas semanas, Mandetta disse que o fármaco não é uma "panaceia" e advertiu contra a automedicação.

Em uma coletiva, ele criticou indiretamente Bolsonaro, ao afirmar que se "sairmos com a caixa na mão e falar 'pode tomar', nós podemos ter mais mortes por mau uso de medicamento do que pela própria virose". Antes dessa fala, Bolsonaro havia aparecido em público segurando caixinhas do remédio. O presidente também se incomodou com a demora do Ministério da Saúde em apresentar um protocolo claro para o uso da cloroquina em pacientes com covid-19.

Na segunda-feira, Mandetta disse ter sido pressionado por dois médicos para que o Ministério publique um protocolo para administração do remédio. O episódio ocorreu após reunião com Bolsonaro. Mandetta se recusou, argumentando que falta embasamento científico para tomar tal decisão.

Fonte: Deutsche Welle Brasil

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Postado em 09/04/2020 09h20

AGU pede suspensão de liminar que bloqueou fundo eleitoral para combater covid-19

AGU pede suspensão de liminar que bloqueou fundo eleitoral para combater covid-19

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Tribunal Regional Federal que suspenda a liminar da Justiça Federal em Brasília que determinou o bloqueio dos fundos eleitoral e partidário com o fim de destinar a verba, que chega aos R$ 3 bilhões, para o combate ao coronavírus. A verba deverá ficar à disposição do governo Jair Bolsonaro para ser usada "em favor de campanhas para o combate à pandemia ou amenizar suas consequências econômicas", determinou Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Federal Cível de Brasília. A decisão acolheu ação popular movida por um advogado.

Em recurso endereçado ao desembargador Carlos Eduardo Moreira Alves, presidente do TRF-1, a AGU afirma que a decisão "revela manifesta ameaça à separação de poderes e anseio de ruptura institucional entre os Poderes da República" sob a justificativa de que tal decisão, em torno da mudança na destinação da verba, seria de competência do Legislativo e do Executivo.


"Consoante se observa do caso em apreço, a decisão impugnada interfere na execução orçamentária federal sem sequer indicar qualquer omissão imputável à União ou suas autoridades no tocante ao combate ao novo coronavírus, seja no campo médico, seja no campo econômico-social", diz a AGU.

O órgão ainda ressalta que "diante da gravidade da emergência causada pela pandemia do COVID19 (Coronavírus), as autoridades brasileiras, em todos os níveis de governo, têm adotado todas as medidas possíveis para o apoio e manutenção das atividades do Sistema Único de Saúde, especialmente mediante destinação de recursos públicos com vistas a atenuar os graves riscos à saúde e à segurança públicas, bem como garantir a real e efetiva proteção a esses direitos fundamentais'.

A AGU menciona, por exemplo, o decreto de calamidade pública, do presidente Jair Bolsonaro, e a destinação de R$ 600 milhões para o combate à pandemia, oficializada em portaria do Ministério da Saúde, no dia 25 de março.

"Vê-se que o Poder Executivo Federal, em conjunto com o Poder Legislativo, não tem medido esforços visando à atuação urgente, duradoura e coordenada de todos as autoridades federais, estaduais e municipais em defesa da vida, da saúde e da própria subsistência econômica de grande parcela da sociedade brasileira", diz a Advocacia-Geral da União.

Em razão disso, a AGU conclui que não há "qualquer omissão administrativa que permita concluir pela existência de periculum in mora suficiente à interferência do Poder Judiciário na execução orçamentária federal".


Fonte: Portal Minas

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Postado em 08/04/2020 11h23

Governo Zema anuncia Bolsa Merenda para estudantes da rede estadual de ensino de MG

Governo Zema anuncia Bolsa Merenda para estudantes da rede estadual de ensino de MG

O governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) anunciou, nesta terça-feira (7), a criação do bolsa merenda. O benefício mensal de R$ 50 é destinado para crianças da rede estadual que vivem abaixo da extrema pobreza.

“Milhares de crianças deixaram de frequentar as escolas e para boa parte as escolas eram principais locais de alimentação. Com isso muitas que iam até a escola e tinham lanches e merenda deixaram de ter esta oportunidade”, disse Zema.

O benefício vem no momento de combate à Covid-19. Somente em Minas Gerais, segundo a SES (Secretaria de Estado de Saúde), 559 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e 11 morreram até esta terça.

O governo de Minas mapeou que 380 mil crianças estão inclusas em famílias cuja a renda per capita é inferior a R$ 89 por mês.
“A partir de agora [essas crianças] irão receber o bolsa-merenda para compensar a perda da merenda que elas faziam. É obrigação do Estado tentar amenizar o sofrimento das famílias”.

Como vai funcionar?

As crianças beneficiadas vão receber um vale-alimentação e com ele as famílias poderão fazer as compras da merenda, como explicou a secretária de Impacto Social, Elizabeth Jucá.

“O Estado entra com R$ 30 e o MPMG R$ 20. A parceria foi essencial para chegar num valor considerável pro aluno alimentar. Estamos construindo a forma de repasse que será por meio de vale-alimentação”.

A secretária ainda destacou que parcerias com a iniciativa privada estão sendo realizadas para poder atender as crianças “que tem renda um pouco maior”.


Fonte: Portal Minas

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Postado em 08/04/2020 11h11

Juiz federal bloqueia fundo partidário e autoriza uso no combate ao coronavírus

Juiz federal bloqueia fundo partidário e autoriza uso no combate ao coronavírus

O juiz Itagiba Catta Preta, da Justiça Federal em Brasília, autorizou nesta terça-feira (7) que recursos públicos destinados a partidos políticos sejam aplicados no combate ao novo coronavírus. Cabe recurso contra a decisão.

A liminar do magistrado foi motivada por uma ação popular protocolada por um advogado do Distrito Federal. Pela decisão, os recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) devem ser bloqueados para serem usados em campanhas para o combate à pandemia ou para “amenizar suas consequências econômicas”. A decisão final caberá ao chefe do Executivo, o presidente Jair Bolsonaro, de acordo com o juiz.

O valor previsto para o financiamento das campanhas nas eleições de outubro é de R$ 2 bilhões. No caso do Fundo Partidário, o valor pago em fevereiro foi de aproximadamente R$ 70 milhões.


No ano passado, os partidos receberam cerca de R$ 720 milhões. O repasse do Fundo Partidário está previsto em lei, sendo depositado mensalmente para manutenção das legendas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também deve decidir a questão em breve. Ontem (6), o relator do caso, ministro Luiz Felipe Salomão, decidiu que consulta feita pelo partido Novo para destinar parte de sua parcela do Fundo Partidário para o combate ao covid-19 será levada para exame no tribunal "com a devida urgência”.


Fonte: Agência Brasil

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Postado em 08/04/2020 09h38

Câmara aprova ampliação de validade de receita médica durante pandemia

Câmara aprova ampliação de validade de receita médica durante pandemia

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) projeto de lei que torna indeterminado o prazo de receitas médicas, enquanto durar o estado de calamidade pública instituído por causa da pandemia de covid-19. A matéria segue para análise do Senado.

A medida vale para o receituário de medicamentos simples e de uso contínuo. O texto inclui também os medicamentos odontológicos. Já os remédios de uso controlado continuarão com a necessidade de retenção da receita pela farmácia e prazo determinado de validade, conforme regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, antibióticos, antidepressivos e remédios de controle, incluindo os conhecidos tarja preta, tiveram as regras mantidas.

“Se liberarmos indefinidamente os remédios com tarja preta, poderemos ter consequências inimagináveis, além da automedicação, da venda ilegal da medicação.
Então, a Anvisa já regula, e essa regulamentação precisa ser mantida”, afirmou a relatora do texto, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).

O texto prevê ainda que pacientes de grupos mais suscetíveis à contaminação pelo novo coronavírus, assim como pessoas com deficiência, poderão indicar terceiros, por qualquer forma de declaração, para retirar os medicamentos. Quem for buscar o remédio deverá levar a receita médica.


Fonte: Agência Brasil

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Postado em 08/04/2020 09h34

Senado aprova projeto para socorrer microempresas

Senado aprova projeto para socorrer microempresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (7) o Projeto de Lei (PL) 1.282/2020, que pretende socorrer as microempresas durante o período de duração da pandemia do novo coronavírus. O projeto autoriza a concessão de crédito para microempreendedores individuais (MEI) e microempresas com risco assumido pelo Tesouro Nacional. O texto vai à Câmara dos Deputados. Se aprovado sem alterações de mérito, seguirá para sanção presidencial.

A aprovação ocorreu por unanimidade, com 78 votos favoráveis. Segundo a relatora do projeto, senadora Kátia Abreu (PP-TO), o projeto é necessário para auxiliar as empresas que mais empregam no país. “As instituições financeiras públicas e privadas possuem os recursos para empréstimos, mas não os concedem porque, temporariamente, os riscos dos tomadores de empréstimos não podem ser adequadamente calculados”.


O projeto sugere a disponibilização de um valor de R$ 10,9 bilhões, com as operações de crédito podendo ser formalizadas até o final de julho. O crédito deve ser destinado às microempresas, que têm faturamento bruto anual de até R$ 360.000, com juros de 3,75% ao ano, prazo de 36 meses para o pagamento e carência de seis meses para início do pagamento. Banco do Brasil, Caixa Econômica, bancos cooperativos e cooperativas de crédito poderão participar do programa.

O texto do substitutivo, assinado por Kátia Abreu, foi costurado em acordo com a equipe econômica do governo. A ideia é garantir o apoio de todas as lideranças do Senado, tanto do governo quanto da oposição, e facilitar a aprovação no Congresso Nacional. A relatora acatou algumas emendas, dentre elas a obrigatoriedade das empresas tomadoras do financiamento em manter seus funcionários até o fim do estado de calamidade pública.

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pediu a palavra para apoiar o projeto e incentivar, ao fim do período de calamidade, uma discussão de apoio permanente às micro e pequenas empresas. “A maioria dos empregos formais são garantidos pelo pequeno e microempresário. E são os que mais empregam mulheres no Brasil. Que este projeto sirva não apenas em caráter transitório. Quem sabe, com outros critérios, poderemos transformar esse projeto em definitivo”.


Fonte: Agência Brasil

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Postado em 08/04/2020 09h31

Governo de Minas faz pagamento integral de salários de servidores da Saúde e Segurança

Governo de Minas faz pagamento integral de salários de servidores da Saúde e Segurança

O Governo de Minas Gerais informa que os servidores das áreas da Saúde e da Segurança Pública receberão o pagamento integral de seus salários na próxima quinta-feira (9/4). O pagamento será possível devido a um grande esforço do Estado em seu fluxo de caixa e contempla profissionais que estão na linha de frente do combate ao coronavírus nos 853 municípios mineiros.

Em razão da queda de arrecadação ocasionada pela pandemia, ainda não é possível anunciar a escala de pagamento de todos os servidores. Esse anúncio será feito tão logo seja possível.


Fonte: Agência Minas
Postado em 07/04/2020 11h37

Mandetta diz que foi pressionado por 2 médicos após reunião com Bolsonaro

Mandetta diz que foi pressionado por 2 médicos após reunião com Bolsonaro

Após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que foi pressionado por dois médicos a editar um protocolo de hidroxicloroquina para tratamento do novo coronavírus no Brasil por meio de decreto. Mandetta disse que recusou por falta de embasamento científico e recomendou que os profissionais procurassem o secretário de Ciência e Tecnologia da pasta, Denizar Vianna. Leia mais
Postado em 07/04/2020 11h30
 

Me inscrevi para um concurso que foi suspenso. E agora?


Diante da pandemia do novo coronavírus, dezenas de concursos federais, estaduais e municipais estão sendo suspensos. No entanto, não se trata de cancelamento, que significa algo definitivo. A suspensão é uma pausa na seleção, com o adiamento das provas por prazo indeterminado. O G1 preparou um tira-dúvidas sobre o assunto para o candidato saber como proceder em caso de suspensão do seu concurso, com a participação de Antonio Batist, especialista em gestão pública e empresarial, e Fernando Bentes, professor de direito constitucional da UFRRJ. Veja abaixo:

Prefeitura de Bom Jardim de Minas oferece concurso com 50 vagas


Cargos são para todos os níveis de escolaridade.

Prefeitura de Rio Pomba oferece concurso com salários de até R$ 7.044,76


As vagas são para cargos de nível fundamental, médio e superior.

Prefeitura de Ubá oferece concurso com 161 vagas


Salários chegam a R$ 3.636,81.

Gol abre vagas para trabalhar sem sair de casa: home office


A empresa também procura profissionais para atuar em vários aeroportos do Brasil.

TJM-MG oferece concurso com salários de até R$ 5.782,78


São 24 vagas para candidatos de nível médio e superior.

Professores - PJF divulga novas listas para contratação e provas práticas


A Prefeitura de Juiz de Fora deu sequência, nesta quarta-feira (15), às chamadas de professores dos processos seletivos simplificados visando à contratação temporária para atuação no ano letivo de 2020.

PJF divulga resultados de processos seletivos para professores e coordenadores pedagógicos


Foi divulgado pela Prefeitura de Juiz de Fora, nesta quinta-feira (2), os resultados dos processos seletivos simplificados para contratação pela rede municipal no ano letivo de 2020.

Polícia Militar de Minas Gerais publica edital de concurso


São 160 vagas com remuneração inicial de R$ 5.769,42.

18 concursos abrem inscrições para mais de 2,5 mil vagas amanhã (16/12)


Nesta segunda-feira (16), serão abertas as inscrições de 18 concursos públicos de diversos órgãos, que buscam candidatos para preencher mais de 2,5 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, para em 9 estados diferentes (Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

18 concursos abrem inscrições para mais de 2,5 mil vagas amanhã (16/12)


Nesta segunda-feira (16), serão abertas as inscrições de 18 concursos públicos de diversos órgãos, que buscam candidatos para preencher mais de 2,5 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, para em 9 estados diferentes (Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

País tem quase 17 mil vagas abertas em 150 concursos públicos


Pelo menos 150 órgãos estão com inscrições abertas em todo o país para preencher quase 17 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Nesta segunda-feira (25), 11 órgãos abriram inscrições. O maior concurso é o da prefeitura de Potim, em São Paulo. São oferecidas 127 vagas. Veja a lista completa de concursos

Secretário escolar – PJF divulga lista de convocados para contratação


A Prefeitura de Juiz de Fora divulgou, nesta quinta-feira (7), a primeira lista de convocação dos candidatos aprovados no processo seletivo para contratação de Secretário escolar, para atuar na rede municipal.

SDS, Senai e Senac promovem cursos gratuitos


A Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com o Senac e o Senai, está disponibilizando cursos gratuitos.

22 concursos abrem inscrições nesta semana; veja lista


Ao menos 22 concursos públicos abrem inscrições para preencher mais de 9,8 mil vagas. Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, em dez estados. Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de postos durante a validade do concurso.

Concursos: 208 seleções estão abertas para preencher mais de 20,7 mil vagas


208 concursos públicos estão com inscrições abertas para preencher mais de 20,7 mil vagas, com oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade e em diversos estados. Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES