“A doutora não gostou dos níveis do PSA e me mandou procurar o urologista”, foi assim que começou a saga do aposentado João Suriano, de 76 anos, contra o câncer de próstata. Ele já tinha o costume de fazer o exame de sangue para medir os níveis de Antígeno Prostático Específico (PSA) e sempre saía do consultório com uma notícia boa para levar para casa. Todavia, em 2017, depois daquela consulta com encaminhamento para um médico especialista, a situação era diferente. “Lembro-me de quando a médica viu o resultado do exame, que eu mesmo tinha pedido para fazer anteriormente. Ela me olhou e disse: Seu João, o senhor está com um problema”, relatou o paciente, que é morador do município de Bicas e faz o tratamento em Juiz de Fora por meio do SUS. Leia Mais
Postado em 11/11/2019