Com o contrato paralisado, a indefinição sobre a instalação e a operação do trenó de montanha e do teleférico cresce. Enquanto o trenó encontra-se armazenado em depósitos do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), no Campus de Juiz de Fora, as cabines do teleférico permanecem, há cinco anos, armazenadas em contêineres em Dübendorf, Suíça, sob a responsabilidade da fabricante Rowema AG, como confirmado à Tribuna pelo seu gerente geral, Andreas Knapp. Questionada pela Tribuna sobre os equipamentos, a UFJF pondera, em nota, que “toda decisão da instalação do teleférico ou do trenó de montanha será objeto de deliberação do Conselho Superior (Consu) e dos órgãos técnicos do Jardim Botânico, respeitadas as decisões judiciais. (…) Quer dizer, só depois de vencida a questão judicial haverá a possibilidade de garantias institucionais para a importação”. Indagada, por sua vez, sobre os valores dispendidos mensalmente para a manutenção das cabines junto à empresa suíça, a UFJF não respondeu. Leia Mais
Postado em 10/11/2019