O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou nesta terça-feira (6) uma Ação Civil Pública (ACP) com o objetivo de garantir a liberdade de ensino nas escolas públicas e particulares de Juiz de Fora.

A medida foi tomada após três pessoas divulgarem um canal telefônico e de mensagens digitais estimulando estudantes a enviarem vídeos das aulas de “pretensos professores doutrinadores”.

De acordo com o MPMG, a ação é assinada pelas promotoras Samyra Ribeiro Namen, titular da 10ª Promotoria de Justiça de Juiz de Fora; Daniela Yokoyama, coordenadora Estadual de Defesa da Educação e Christianne Cotrim, coordenadora Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos. Elas alegam que “a medida decorre da implementação, por pessoas físicas, de um serviço ilegal de controle político-ideológico da atividade docente”, conforme o texto. Leia Mais
Postado em 07/11/2018