Apesar de ter identificado o autor e ter apreendido a arma do crime, a Polícia Federal trabalha sob pressão para concluir o caso do atentado ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que completou uma semana nesta quinta-feira (13). A investigação corre em pleno calendário eleitoral, com o país afetado pelo acirramento político. A PF ainda precisa responder se o suspeito agiu a mando de outra pessoa e/ou se ele foi financiado por terceiros.

Em tese, o prazo se estenderia até a primeira semana de outubro, praticamente na véspera do primeiro turno, marcado para o dia 7. Como o assunto estará presente durante toda a campanha, a PF tenta acelerar o processo. Três praças estão mobilizadas: Brasília, Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG), a cidade onde ocorreu o ataque. Na audiência de custódia, o autor do crime, Adélio Bispo de Oliveira, afirmou que agiu sozinho.

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Postado em 14/09/2018