Muita gente sofre para acordar de manhã. Você acha que teve uma boa noite de sono, mas quando o despertador começa a tocar é muito difícil não desejar 'só mais cinco minutinhos' debaixo do edredom. Mas para Lucy Taylor, do País de Gales, acordar é ainda mais difícil.

Aos 42 anos, ela precisa combinar medicação, vários despertadores em volume altíssimo e sacolejos de seus familiares para conseguir acordar. Lucy tem uma doença rara chamada hipersonia idiopática. Leia Mais
Postado em 08/09/2018

Subestimados, ferimentos a faca podem ser letais mesmo sem sangue aparente 'Ferimento a faca não é como nos filmes. Normalmente, o agressor enfia e tira a faca rapidamente, não crava ela no corpo da pessoa. E também não costuma ficar jorrando sangue para fora do corpo', diz o médico Marco Felipe Ariette, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Militar em São Paulo e do Albert Einstein.

Apesar de muitas vezes parecerem pequenos, ferimentos com armas brancas podem ser extremamente sérios.

O cirurgião vascular Rafael Noronha Cavalcante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, observa que 'ferimentos à faca têm potencial lesivo menor que os provocados por armas de fogo, mas isso não quer dizer que eles sejam de baixo risco'. Leia Mais

Postado em 08/09/2018