Uma pesquisa recém-publicada sobre alimentação de bebês pode indicar o caminho para a revisão de uma máxima, endossada por autoridades mundiais e hoje em voga, sobre a saúde dos pequenos: a de que eles só devem ser alimentados com leite materno até os seis meses de idade.

Em um estudo publicado no periódico JAMA Pediatrics, cientistas britânicos compararam indicadores de sono entre dois grupos: o primeiro, de bebês que, aos três meses, passaram a comer alimentos sólidos além do leite materno; e o segundo grupo, de bebês que só o fizeram a partir dos seis meses. Leia Mais

Postado em 10/07/2018

Consumo de ácido fólico na gravidez reduz risco de bebê ter doenças mentais m 1969, um artigo publicado no extinto Irish Journal of Medicine Science encontrou uma associação entre carência de vitamina B9, mais conhecida como ácido fólico, e psicoses alucinatórias em pacientes com epilepsia. Os autores compararam os níveis do micronutriente em pessoas com esquizofrenia e indivíduos que passaram a apresentar sintomas semelhantes aos da doença depois que começaram a tomar algumas drogas anticonvulsivas. A conclusão do estudo foi de que esses remédios diminuíam a absorção da substância, o que, por sua vez, deflagrava crises psicóticas.

Quase meio século depois, um trabalho do Departamento de Psiquiatria do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, confirma o papel protetor do ácido fólico em relação à psicose. Em estudo publicado na revista Jama, da Associação Médica Norte-Americana, os pesquisadores constataram que a exposição pré-natal a esse micronutriente em alimentos fortificados pode reduzir o risco de doenças mentais. Mais de 80 países, inclusive o Brasil, têm leis que determinam a adição da vitamina B9 a grãos e farinhas porque já se sabe da importância que ela tem para o desenvolvimento do tubo neural - a estrutura do embrião que dará origem ao cérebro e à medula espinhal. Leia Mais

Postado em 10/07/2018